Caros leitores,

Achei um vídeo bem interessante sobre uma empresa de tecnologia que emprega o uso do vidro aliado à eletrônica no cotidiano da vida das pessoas. Não sei se tudo já é realidade, mas se não for, é porque já devem estar trabalhando nas idéias.

Provavelmente, o que vemos aqui, inclusive a tecnologia embarcada em um automóvel (no caso um VW Eos), como é mostrado no vídeo, fará parte de nossas vidas num futuro próximo.

Vale a pena dar uma olhada no vídeo!

Auto amantes,

Estamos às vésperas do GP Brasil de Fórmula 1, com o campeão da temporada já definido, times de suporte das equipes assustados com os altos preços praticados na cidade de São Paulo, Fittipaldi barrado por secretária de Ecclestone em tentativa de visita ao próprio, Piquet prester a dar uma voltinha com o mesmo carro em que ganhou seu primeiro título e Hamilton fazendo homenagem a Senna.

Quanta coisa não? Mas algo que também vem sendo muito comentado: estamos às vésperas de Vettel igualar o record de pole positions na temporada, posição creditada atualmente a Nigel Mansell.

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Não vou me delongar muito, aliás, para facilitar, bastar olhar o comparativo abaixo:

  Mansell Vettel
GPs disputados 191 80
Títulos 01 02
Vitórias 31 21
Pódios 59 35
Pole Positions 32 29
Melhores Voltas 30 9

Muito provavelmente o alemão vai igualar a marca do britânico e os números estarão para sempre camuflados. Para quem nascer daqui pra frente, ao olhar o quadro acima não terá dúvidas de que Vettel é um ás do volante enquanto esse Mansell não passou de piloto de um título só.

E é aí, caros amigos auto amantes, que está a hipocrisia da história.

Vale lembrar que o lineup do grid em tempos de Mansell: Prost, Senna, Piquet, Rosberg (Keke) oferecia um grau de dificuldade violentamente maior para se sagrar campeão do que o atual…

Se você tiver 10 minutos para se aprofundar no conhecimento da história (real) da Fórmula 1, assita o vídeo abaixo.

Ou então, seja completamente leviano e comemore o mais novo record do garoto Vettel.

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Dfens

Auto amantes,

Como vocês já bem sabem, no dia 20 de cada mês é publicada a seção Nostalgia Automotiva, trazendo um pouquinho dos carros que marcaram época e gerações e até hoje ainda inspiram saudosistas, colecionadores ou mesmo meros apreciadores.

Em meados de 1990 a Honda colocava nas ruas sua maior aposta esportiva já projetada para produção em série: o NSX era um esportivo de dois lugares, com carroceria de alumínio e motor traseiro central.

Também caprichava no marketing do modelo divulgando que o projeto do habitáculo fora inspirado no caça americano F-16 (nada mais icônico e nostálgico que a popular influência dos caças nos projetos de ‘última geração’ dos hoje longínquos anos 90) primando pela visibilidade extrema. Fato também conhecido por muitos foi a participação de Ayrton Senna no desenvolvimento do bólido, tendo recomendado em sua fase final que a estrutura do chassi fosse reforçada.

O motor do NSX foi um dos motivos do culto ao modelo que perdura até os dias de hoje: um V6 3.0 DOHC (duplo comando de válvulas no cabeçote) gerando 273 cavalos! E como se não bastasse, a partir de 1997 os NSXs vendidos nos Estados Unidos (sob a marca Acura, subsidiária de luxo da montadora) possuiam 3.2 litros e desenvolviam 294 cavalos, com velocidade final de 270 Km/h.

Ficheiro:NSX-policecar.jpg

Para quem não está habituado com a escrita japonesa, os ideogramas acima significam: “Polícia”, em um modelo utilizado pela força policial de Tóquio.

O Honda ainda fez algumas aparições no cinema, sendo uma das mais características a cena de Pulp Fiction – Tempo de Violência, onde vemos um NSX prata fazendo uma arrancada enérgica em uma das cenas da película de Tarantino (coincidentemente também muito cultuada e icônica nos dias de hoje).

Em terras tupiniquins o NSX era figura raríssima, salvo as capas de revistas automotivas à época e além, é claro, das mentes e conversas dos jovens e adolescentes que viveram aquele período… E hoje, com muita satisfação, estes mesmos trazem a todos um pouco destes detalhes através do 6000 Giros!

Este ano, alguns meses atrás, o então presidente da montadora Japonesa deixou clara a intenção da empresa de voltar a ter um modelo ostentando o mesmo título, porém com identidade e público alvo completamente distinto. O New Honda NSX seria um automóvel híbrido, econômico e muito próximo de um modelo conceitual. Ou seja, não esperemos novamente um V6 entregando mais de 200 cavalos de potência, muito pelo contrário.

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De uma forma ou de outra, o bólido da Honda deixou sua marca indelével na história automotiva mundial, sendo sua principal característica a inovação e superação da marca japonesa. Isso foi apenas um breve sinal do que estava por vir nas décadas seguintes. O mercado mundial que o diga!

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D-fens

Olá Auto Amantes!

Recebi uma foto hoje que trouxe totalmente à tona um sentimento que não passou perto de submergir profundamente: A perda de Ayrton Senna.

Em 1994 eu tinha 14 anos e não sei porque, mas não estava assistindo ao Grande Prêmio de Imola, na Itália. Isto quase nunca tinha acontecido, afinal Ayrton Senna era o meu maior ídolo e não passava pela minha cabeça ficar sem assistir uma corrida. Na curva Tamburello, a Williams projetada por Adrian Newey, inexplicavelmente saiu pela tangente e acabou com a vida do brasileiro. Até hoje o acidente não foi totalmente esclarecido e não se sabe se a coluna de direção ou o efeito-solo deficiente do carro foi a causa da tragédia.

Ayrton Senna era um misto de características, todas elas ao mesmo tempo: tímido, obstinado, perfeccionista, talentoso, religioso… Isso moldou uma personalidade que despertava curiosidade e idolatria em todos que resolviam prestar atenção em seu talento. A foto acima meio que reflete muito dos adjetivos que Ayrton cultivou em vida.

Numa época de ídolos descartáveis, com personalidades vazias, camufladas em correntes de ouro e cabelos espetados, a grandiosidade de Ayrton Senna como piloto e como homem é facilmente destacada. E ao mesmo tempo em que a ferida de sua perda permanece aberto, o homem se torna cada vez mais mito.

Até mais.

Olá Auto Amantes!

Todo dia 15 é dia da batalha do Design entre dois carros, concorrentes ou não. Neste mês, com um dia de atraso por causa do feriado, publicamos um duelo dentro de uma mesma marca! São carros que provavelmente não concorrem entre si, mas que podem confundir os desavisados, tamanha a semelhança entre eles: Elantra e Sonata, ambos da Hyundai.

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Começando pelo Elantra, vemos que a marca coreana não ousou demais e procurou seguir mais ou menos o que todas as montadoras vem buscando: faróis alongados, linha de cintura e traseira bem altas, além de um formato cupê bem pronunciado. Com uma grade pequena, faróis de neblina bem pronunciados e um belíssimo para-choque, a frente do carro chama atenção. Na lateral um vinco bem interessante se funde com as maçanetas e acaba morrendo no para-lama dianteiro.

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Na traseira, que tem alguma inspiração no Veloster, atual coqueluche da marca, os cromados não tem lugar, o que reforça a criatividade. Embora não tenha nenhuma característica marcante, é uma traseira bem bonita e acaba não deixando a desejar. Talvez a GM devesse ter umas aulas com a Hyundai, especialmente na reestilização do Chevrolet Cruze.

Convenhamos: o Hyundai Sonata é um carro lindo. Não há muito o que criticar. É um carro muito bem acertado e com um desenho para lá de moderno. Talvez ele se torne um marco no desenho automotivo, coisa que só saberemos daqui a alguns anos. Neste carro a Hyundai abusou das formas e vincos, transformando o carro em algo orgânico, com um desenho cheio de vida, com grandes olhos representados nos faróis e narinas nas dobras do capô. O vinco lateral segue o lugar comum e também se mistura com as maçanetas do carro.

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A traseira tem um pouco menos de inspiração do que o resto do carro e talvez por isso invista na famosa régua cromada que liga as duas lanternas de ré. No geral é bonita e não compromete.

É difícil escolher um carro neste Design Mania! Por ser um carro mais convencional, feito para vender bastante, que não pode apelar para exageros no Design, fico com o Elantra. É um carro que pessoalmente chama bem mais atenção do que nas fotos. Obviamente o Sonata é mais arrojado, orgânico e talvez por causa do tamanho, chame bem mais a atenção. Mas o Sonata pode ter estes exageros, afinal não tem a obrigação de puxar a fila dos mais vendidos da Hyundai. Já o Elantra, comportado e arrojado quando se espera, é tudo o que o Civic da 9º geração gostaria de ter sido. No começo do ano que vem, quando a Honda lançar o carro por aqui, poderemos confirmar ou não esta afirmação.

Até mais.

LINKS:
Design Mania 1 – Hyundai ix35 vs Kia Sportage
Elantra no Site da Hyundai
Sonata no Site da Hyundai